Introdução

Baty-Khan

Moedas-Jóias

Cemitério residência

Campas de Soldados

Bunker N205

Kiev Fortificada

Bunker de ferro

Bunker Inundado

Escavando na estrada

Bela pistola de seis tiros

Bunker do lago

Aparência da Scooturo

Fossa do lixo

Garrafa encantada

Conselho de Sófocles

Chuchin

Colinas assombradas

Ivan Kupala

Na Linha de Defesa

Scooturo a baixa

General Vlasov

Escavando no pântano

Ataque!

Bunker de Artilharia

Relíquia de topo

Granada alemã

Capacete 1935

Enterros de dinheiro

Das Reich

Anel Totenkopf

Campo de Batalha de Korsun

Sherman

Cruz de Ferro

Anarquistas Ucrânianos

Sabbath das Bruxas

Os meus Troféus

Baby Yar

Testa de ponte de Luteg
 
 

Humanos

Cresci na primeira linha de defesa e como miúdos já explorávamos os bunkers e escavávamos. Os adultos nunca se importaram que o fizessemos, apenas avisavam duas coisas. Se houver uma mina, devemos chamar os sapadores, se houverem ossos humanos devemos tapá-los com terra.

O Grego antigo Sofócles aconselhava o mesmo. Enterrar os mortos, dizia ele, não sendo possível enterrá-los, lançar pelo menos uma mão cheia de terra.

Finalmente, o senso comum diz para não perturbar a paz dos mortos e nós não o fazemos.

Aqui botas de soldados, encontrámo-las numa trincheira, penso que a chuva as fez aparecer, tinham ossos, a sair delas, brancos ossos humanos e fizémos como Sofócles dizia, enterrámo-los.

Botões de um uniforme Alemão.

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Moeda Soviética de cinco kopeck, alguns podiam trazê-la para dar sorte.

As hipóteses de identificar mortos Soviéticos em Bukrin são quase inexistentes. A maior parte das 300.000 pessoas Soviéticas que aqui morreram eram civis. Como disse, era um ataque fictício com réplicas de tanques, bonecos e mesmo um aeródromo falso. É como num filme, tudo falso, apenas as pessoas eram reais e eles precisaram de muitos figurantes para esta cena de multidão.

Os civis eram principalmente tipos de vilas e aldeias libertadas. Eles vestiam uns casacos acolchoados pretos daí terem o nome de camisas negras. Metade não tinha espingarda. Os que tinham espingarda iam à frente e quando algum morria, os outros apanhavam a espingarda do chão.

O número de 300.000 é uma estimativa, ninguém alguma vez registou os civis.

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